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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Prova comentada ANS- 2016 - Técnico Administrativo - Noções de Orçamento Público

Olá amigos!

Seguem os comentários da prova de Noções de Orçamento Público de Técnico Administrativo da ANS.

Uma das piores provas que já vi. Não há erros de gabarito ou possibilidades de recursos, mas é uma prova de decoreba pura da Lei 4320/1964 e da Lei de Responsabilidade Fiscal. A FUNCAB já fez boas provas, mas essa deixou muito a desejar. O examinador deve ter montado essa prova em menos de meia hora, porque é muito fácil montar uma prova assim com as leis para consultar, apesar de ser muito difícil para o candidato responder sem poder fazer o mesmo.

Utilizarei a prova T. Vou apresentar a literalidade que vai responder cada questão e trazer uma explicação adicional que poderá ajudar em provas futuras.

Questão 54

Literalidade para a resolução da questão:

A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de unidade, universalidade e anualidade (art. 2º da Lei 4320/1964).

Gabarito: Letra A

Para uma melhor compreensão:

Segundo o princípio da unidade, o orçamento deve ser uno, isto é, deve existir apenas um orçamento, e não mais que um para cada ente da Federação em cada exercício financeiro.

De acordo com o princípio da universalidade, o orçamento deve conter todas as receitas e despesas referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da Administração direta e indireta.

Consoante o princípio da anualidade, o orçamento deve ser elaborado e autorizado para um período de um ano.

Questão 55

Literalidade para a resolução da questão:

Os atos que criarem ou aumentarem despesa obrigatória de caráter continuado deverão ser instruídos com a estimativa prevista no inciso I do art. 16 (estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subsequentes) e demonstrar a origem dos recursos para seu custeio (art. 17, § 1º, da LRF).

Gabarito: Letra E

Para uma melhor compreensão:

Algumas despesas são consideradas com maior potencial para causar danos ao equilíbrio das contas públicas do que outras. Para essas, a LRF estabeleceu regras mais rígidas para que se realizem ou sejam aumentadas, especialmente aquelas que se prolongarem por mais de dois exercícios, como as despesas obrigatórias de caráter continuado.

São exigências para criação ou aumento das despesas obrigatórias de caráter continuado:
_ Atos que criarem as despesas ou as aumentarem deverão ser instruídos com estimativas do impacto orçamentário-financeiro, no exercício que deva entrar em vigor e nos dois subsequentes.
_ Demonstração da origem dos recursos para seu custeio.
_ Comprovação de que a criação ou o aumento da despesa não afetará as metas de resultados fiscais previstas no anexo de metas fiscais da LDO.
_ Tal comprovação, apresentada pelo proponente, conterá as premissas e metodologia de cálculo utilizadas, sem prejuízo do exame de compatibilidade da despesa com as demais normas do PPA e da LDO.
_ Compensação dos seus efeitos financeiros, nos períodos seguintes, pelo aumento permanente de receita ou pela redução permanente de despesa.

Questão 56

Literalidade para a resolução da questão:
 a) b) e e) Erradas. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas (art. 36, caput, da Lei 4320/1964).
c) Correta e d) Errada. Os empenhos que sorvem a conta de créditos com vigência plurienal, que não tenham sido liquidados, só serão computados como Restos a Pagar no último ano de vigência do crédito (art. 36, parágrafo único, da Lei 4320/1964).

Gabarito: Letra C

Para uma melhor compreensão:

Depois que é feito o empenho tendo como base a dotação orçamentária à respectiva despesa, tem-se o início do cumprimento do contrato, convênio ou determinação legal.

O próximo passo é a liquidação da despesa, a qual consiste na verificação do direito do credor com base nos títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito, tendo por finalidade apurar a origem e o objeto do que se deve pagar, a importância exata, e a quem se deve pagar para extinguir a obrigação.

No entanto, se a despesa não for paga até o término do exercício financeiro, dia 31 de dezembro, o crédito poderá ser inscrito em “restos a pagar”, com o pagamento podendo realizar-se em exercício subsequente, caso se concluam os estágios faltantes.

Consideram-se restos a pagar ou resíduos passivos as despesas empenhadas, mas não pagas dentro do exercício financeiro, logo, até o dia 31 de dezembro.

Os empenhos que sorvem a conta de créditos com vigência plurianual, que não tenham sido liquidados, só serão computados como restos a pagar no último ano de vigência do crédito. Ou seja, durante os outros anos só serão inscritos em restos a pagar os créditos plurianuais liquidados.
Exemplo: determinado crédito adicional especial com vigência plurianual teve no primeiro ano:
Empenhados: R$ 200 mil.
Liquidados: R$ 160 mil.
Pagos: R$ 130 mil.

Assim, apenas R$ 30 mil (liquidados e não pagos) serão inscritos em restos a pagar no primeiro ano, porque os empenhos que sorvem a conta de créditos com vigência plurianual, que não tenham sido liquidados, só serão computados como restos a pagar no último ano de vigência do crédito.

Questão 57

Na Lei 4320/1964:

Art. 6º (...).
1º As cotas de receitas que uma entidade pública deva transferir a outra incluir-se-ão, como despesa, no orçamento da entidade obrigada a transferência e, como receita, no orçamento da que as deva receber.
2º Para cumprimento do disposto no parágrafo anterior, o cálculo das cotas terá por base os dados apurados no balanço do exercício anterior aquele em que se elaborar a proposta orçamentária do governo obrigado a transferência

Gabarito: Letra B

Questão 58

Literalidade para a resolução da questão:

Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria são receitas tributárias.

Gabarito: Letra E

Para uma melhor compreensão:

O art. 5º do CTN define que as espécies de tributos são impostos, taxas e contribuições de melhorias:

  • Imposto: imposto é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa ao contribuinte. Sempre que possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte, facultado à Administração Tributária, especialmente para conferir efetividade a esses objetivos, identificar, respeitados os direitos individuais e nos termos da lei, o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte.
  • Taxa: as taxas cobradas pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos.
  • Contribuição de melhoria: a contribuição de melhoria cobrada pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado.

Questão 59

Literalidade para a resolução da questão:

Classificam-se como Transferências Correntes as dotações para despesas as quais não corresponda contraprestação direta em bens ou serviços, inclusive para contribuições e subvenções destinadas a atender à manifestação de outras entidades de direito público ou privado (art. 12, § 2º, da Lei 4320/1964).

Gabarito: Letra C

Para uma melhor compreensão:

As transferências correntes e as despesas de custeio, pela Lei 4320/1964, são despesas correntes. Classificam-se como Despesas de Custeio as dotações para manutenção de serviços anteriormente criados, inclusive as destinadas a atender a obras de conservação e adaptação de bens imóveis.

Questão 60

Literalidade para a resolução da questão:

Tributo é a receita derivada instituída pelas entidades de direito público, compreendendo os impostos, as taxas e contribuições nos termos da constituição e das leis vigentes em matéria financeira, destinando-se o seu produto ao custeio de atividades gerais ou especificas exercidas por essas entidades (art. 9º da Lei 4320/1964).

Gabarito: Letra A

Para uma melhor compreensão:

Para que o Estado possa custear suas atividades, são necessários recursos financeiros. Uma de suas fontes é o tributo, o qual é definido pelo art. 3º do Código Tributário Nacional – CTN:
“Art. 3º Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.”

Independentemente do nome ou da destinação, o que vai caracterizar o tributo é o seu fato gerador, o qual é a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência. Assim, são irrelevantes sua denominação e a destinação legal do produto de sua arrecadação.

Ficamos por aqui!

Forte abraço!

Sérgio Mendes

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Analista de Planejamento e Orçamento - Questão discursiva de 2010

Olá amigos!

Atendendo a pedidos, segue o enunciado da questão discursiva de Planejamento e Orçamento Governamental do concurso de Analista de Planejamento e Orçamento cuja prova ocorreu em 2010.

(ESAF – Analista de Planejamento e Orçamento – MPOG - 2010) “O Plano Plurianual - PPA é o instrumento de planejamento de médio prazo do Governo Federal que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada” – MTO-2010.

Considerando a conceituação do PPA acima listada, desenvolva um texto objetivo abordando os seguintes aspectos dos instrumentos de planejamento do governo federal:
a) a estrutura e organização do PPA e seus principais elementos;
b) a integração do PPA com a Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO e com a Lei Orçamentária Anual – LOA;
c) o alcance do PPA, como instrumento de planejamento, tendo em vista ser o Estado composto de entes com vários graus de autonomia;
d) sua limitação, tendo em vista a vinculação temporal à duração do mandato do Presidente da República e o alto grau de vinculação das receitas públicas.


Extensão: entre 45 e 60 linhas.



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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Prova comentada APO - 2015 - Orçamento Governamental

Olá amigos! 
 
Segue a prova comentada de Orçamento Governamental para Analista de Planejamento e Orçamento de 2015. Banca: ESAF.
 
1- A classificação funcional da despesa procura responder basicamente à seguinte indagação:
a) de que forma os recursos públicos serão aplicados.
b) em que área territorial serão aplicados os recursos.
c) qual a amplitude da ação governamental que será realizada.
d) em que áreas de despesa a ação governamental será realizada.
e) em que instituição ou ministério serão alocados os recursos.
 
A classificação funcional, por funções e subfunções, busca responder basicamente à indagação “em que” área de ação governamental a despesa será realizada.
Resposta: Letra D
 
2- Sobre o conteúdo, tramitação e prazos relacionados à elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias  LDO, é correto afirmar:
a) no caso da necessidade de limitação de empenho e movimentação financeira prevista no art. 9º da Lei Complementar n. 101/2000, a LDO 2015 determina que cada Poder apurará o montante necessário e procederá à limitação necessária.
b) em obediência à disposição constitucional vigente, o projeto de lei de diretrizes orçamentárias será encaminhado até oito meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento do primeiro período da sessão legislativa.
c) o parecer da Comissão Mista Permanente de que trata o § 1º do art. 166 da Constituição Federal restringir-se-á à adequação dos limites a serem obedecidos pela Lei Orçamentária Anual 
d) na hipótese de não aprovação e sanção da lei orçamentária anual para o exercício, a LDO autoriza a execução provisória limitando-se as despesas globais
a oito doze avos dos montantes constantes do projeto de lei do orçamento.
e) o Congresso Nacional tem a prerrogativa de rejeitar o projeto de lei de diretrizes orçamentárias, caso em que a Constituição Federal determina a aplicação da lei promulgada no exercício anterior.
 
a) Errada. Se for necessário efetuar a limitação de empenho e movimentação financeira, o Poder Executivo apurará o montante necessário e informará a cada órgão orçamentário dos Poderes Legislativo e Judiciário, do Ministério Público da União e da Defensoria Pública da União.
 
b) Correta. O projeto de lei de diretrizes orçamentárias será encaminhado até oito meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento do primeiro período da sessão legislativa
 
c) Errada. O parecer da Comissão Mista Permanente de que trata o § 1º do art. 166 da Constituição Federal (Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização) é bastante completo, não se restringindo apenas à adequação dos limites.
 
d) Errada. A cada ano, as LDOs determinam que se o Projeto de Lei Orçamentária – PLOA não for sancionado pelo Presidente da República até 31 de dezembro do ano corrente, parte da programação dele constante poderá ser executada até o limite de 1/12 do total de cada ação prevista no referido projeto de lei, multiplicado pelo número de meses decorridos até a sanção da respectiva lei.
 
e) Errada. O Congresso Nacional não tem a prerrogativa de rejeitar o projeto de lei de diretrizes orçamentárias. A Constituição Federal dispõe que a sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação da LDO.
 
Resposta: Letra B
3- A adoção do orçamento participativo como instrumento de complementação da democracia representativa proporciona à sociedade
a) gerir, ela própria, os recursos destinados à aplicação em investimentos e serviços que beneficiam a sua região.
b) diminuir a força e o papel do legislativo na definição das prioridades na aplicação dos recursos públicos.
c) submeter o governo à vontade da sociedade na definição das políticas públicas e prioridades na realização de investimentos.
d) transferir do governo para a sociedade a responsabilidade pela gestão dos bens públicos de uso comum.
e) definir prioridades de investimentos em obras e serviços a serem realizados a cada ano com recursos do ente público.
 
No orçamento participativo, não há perda da participação ou força do Legislativo (alternativa “B”) e nem diretamente de legitimidade. Há um aperfeiçoamento da etapa que se desenvolveria apenas no Executivo. No orçamento participativo, a comunidade é considerada parceira do Executivo no processo orçamentário e não passa a gerir ela própria os recursos (alternativa “A”), tampouco há a transferência de responsabilidades (alternativa “D”). A iniciativa das leis orçamentárias é do Poder Executivo. Assim, tal Poder deve ouvir a população, mas não é obrigado a segui-las. Logo, não há submissão do governo à vontade da sociedade (alternativa “C”).
 
O orçamento participativo objetiva a participação real da população no processo de elaboração e a alocação dos recursos públicos de forma eficiente e eficaz segundo as demandas sociais, o que pode ocorrer pela definição de prioridades de investimentos em obras e serviços a serem realizados a cada ano com recursos do ente público (alternativa “E”)
 
Resposta: Letra E
4- O Relatório de Gestão Fiscal de que trata a Lei Complementar n. 101/2000 deve conter o comparativo com os limites definidos naquela Lei. Assinale a opção que indica um limite não exigido pela Lei.
a) Operações de crédito, inclusive por antecipação de receita.
b) Dívida consolidada e mobiliária.
c) Investimentos financiados por operações de crédito.
d) Despesa total com pessoal.
e) Concessão de garantia.
 
O Relatório de Gestão Fiscal conterá comparativo com os limites de que trata a LRF, dos seguintes montantes:
_ despesa total com pessoal, distinguindo a com inativos e pensionistas;
dívidas consolidada e mobiliária; concessão de garantias; e operações de crédito, inclusive por antecipação de receita (tais demonstrativos estarão apenas no RGF do _ Poder Executivo).
 
Logo, não trata literalmente dos investimentos financiados por operações de crédito.
Resposta: Letra C
5- Assinale a opção incorreta a respeito do Relatório Resumido da Execução Orçamentária de que trata o art. 52 da Lei Complementar n. 101/2001.
a) O prazo máximo para a sua publicação é de 60 dias após o encerramento de cada bimestre e de 30 dias quando se tratar do último bimestre do mandato do dirigente.
b) As de despesas executadas devem ser demonstradas no Balanço Orçamento por função e subfunção.
c) Os restos a pagar devem figurar pelos valores inscritos, valores pagos e os saldos a pagar.
d) O demonstrativo da apuração da receita corrente líquida deve evidenciar a sua evolução, bem como a previsão de desempenho até o final do exercício.
e) Quando houver limitação de empenho no exercício, devem ser apresentadas justificativas para tal fato.

a) É a incorreta. O Poder Executivo publicará, até 30 dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária – RREO.

b) Correta. O RREO será composto, entre outros, de demonstrativos da execução das despesas, por função e subfunção.

c) e d) Corretas. Acompanharão o RREO demonstrativos, entre outros, relativos a apuração da receita corrente líquida e sua evolução, assim como a previsão de seu desempenho até o final do exercício, bem como de Restos a Pagar, detalhando, por Poder e órgão, os valores inscritos, os pagamentos realizados e o montante a pagar.
 
e) Correta. Quando for o caso, serão apresentadas justificativas da limitação de empenho e da frustração de receitas, especificando as medidas de combate à sonegação e à evasão fiscal, adotadas e a adotar, e as ações de fiscalização e cobrança.
 
Resposta: Letra A
 

6- Assinale a opção incorreta a respeito do conteúdo e finalidade do Relatório de Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais de que tratam a Lei Complementar n.101/2000 e a Lei n. 13.080/2014 (LDO 2015).
a) Devem ser apresentadas no relatório as justificativas para os desvios observados em relação às projeções realizadas.
b) É de responsabilidade do Ministério do Planejamento manter atualizado na internet demonstrativo bimestral com os montantes aprovados e os valores da limitação de empenho e movimentação financeira por unidade orçamentária.
c) Pode ocorrer o restabelecimento da limitação de empenho a qualquer tempo, devendo e relatório que autoriza tal ação ser divulgado na internet e encaminhado ao Congresso Nacional.
d) A necessidade de limitação de empenho identificada fora da avaliação bimestral aplica-se somente ao Poder Executivo.
e) O Relatório deve ser divulgado na internet e encaminhado ao Congresso Nacional para apreciação da Comissão Mista prevista no art. 166 da Constituição Federal.
 
Questão baseada na letra fria da LDO-2015.
 
Na alternativa “B”, os órgãos setoriais de planejamento e orçamento ou equivalentes manterão atualizado no respectivo sítio da internet demonstrativo bimestral com os montantes aprovados e os valores da limitação de empenho e movimentação financeira por unidade orçamentária.
As demais alternativas estão corretas.
Resposta: Letra B
7- A respeito dos conceitos orçamento impositivo versus orçamento autorizativo e das práticas observadas na elaboração e execução do orçamento no Brasil em anos recentes, é correto afirmar, exceto:
a) existe um rol de despesas que as leis e a Constituição Federal definem como obrigatórias.
b) restos a pagar não processados podem ser prorrogados para além do exercício subsequente ao exercício de sua inscrição.
c) a Emenda Constitucional 86/2015 tornou obrigatória a execução de todo o orçamento aprovado no âmbito do Poder Executivo.
d) as transferências constitucionais não podem ser objeto de limitação de empenhos determinados pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
e) a emissão da nota de empenho por unidade gestora não garante a realização da despesa, uma vez que pode ser anulado.
 
Questão que mistura diversos tópicos da matéria.
 
a) Correta. Apesar de a vedação à vinculação de receitas abranger apenas os impostos, os demais tributos são vinculados pela sua própria natureza. Mesmo em relação aos impostos, há várias exceções constitucionais que acarretam em mais vinculações. Há, ainda, as despesas obrigatórias, que também acabam por vincular o orçamento, porque não se pode deixar de executá-las, como acontece com o pagamento de pessoal, por exemplo. Isso tudo diminui a capacidade de discricionariedade do gestor público, engessando o orçamento.
 
b) Correta. Como regra geral, os restos a pagar inscritos na condição de não processados e não liquidados posteriormente terão validade até 30 de junho do segundo ano subsequente ao de sua inscrição.
 
c) É a incorreta. A Emenda Constitucional nº 86, de 17 de março de 2015, alterou os arts. 165, 166 e 198 da Constituição Federal, para tornar obrigatória a execução da programação orçamentária que especifica: emendas parlamentares individuais à lei orçamentária anual. A EC 86/2015 recebeu o apelido de EC do Orçamento Impositivo. Na verdade, é apenas uma pequena parte da dotação da Lei Orçamentária Anual que passou a ser de execução obrigatória (impositiva). Trata-se um orçamento impositivo com “jeitinho brasileiro”. Foi aprovada uma EC que obriga o Poder executivo a cumprir as emendas individuais parlamentares, enquanto que o conceito de orçamento impositivo tradicionalmente está relacionado a aprovação de uma norma que obriga o Poder Executivo a cumprir as leis orçamentárias de maneira bem mais ampla.
 
d) Correta. Não serão objeto de limitação de empenho as despesas que constituam obrigações constitucionais e legais do ente, inclusive aquelas destinadas ao pagamento do serviço da dívida, e as ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias.
 
e) Correta. Um empenho pode ser anulado. Caso o valor do empenho exceda o montante da despesa realizada, o empenho deverá ser anulado parcialmente. O empenho deverá ser totalmente anulado quando tiver sido emitido incorretamente ou quando o objeto do contrato não tiver sido cumprido.
 
Resposta: Letra C
8- A principal característica que diferencia receitas correntes de receitas de capital é:
a) as receitas correntes destinam-se ao financiamento das despesas correntes enquanto as receitas de capital financiam as despesas de capital.
b) as receitas correntes decorrem do poder de tributação do Estado enquanto as receitas de capital decorrem das atividades operacionais.
c) ambas, quando presentes no orçamento da entidade, demonstram a capacidade da instituição em arrecadar tributos e realizar a prestação de serviços não financeiros.
d) em ambas as receitas o aumento da disponibilidade financeira do ente arrecadador está condicionado à destinação que se dará aos recursos.
e) ambas têm o poder de aumentar a disponibilidade financeira do Estado, porém, as receitas de capital, na sua maioria, não provocam efeitos sobre o patrimônio líquido.
 
Em geral, as receitas de capital são representadas por mutações patrimoniais que nada acrescentam ao patrimônio público, só ocorrendo uma troca de elementos patrimoniais, isto é, um aumento no sistema financeiro (entrada de recursos financeiros) e uma baixa no sistema patrimonial (saída do patrimônio em troca de recursos financeiros).
Resposta: Letra E
9- Sobre os limites em relação à receita corrente líquida para os gastos com pessoal no âmbito federal estabelecidos pela Lei Complementar n. 101/2000, é correto afirmar, exceto:
a) 3% (três por cento) para o Poder Legislativo incluindo o Tribunal de Contas da União.
b) 3% (três por cento) para custeio de despesas do Distrito Federal e dos ex-territórios.
c) 0,6% (seis décimos por cento) para o Ministério Público Federal.
d) 6% (seis por cento) para o Poder Judiciário.
e) 37,9% (trinta e sete inteiros e nove décimos por cento) para o Poder Executivo.
 
Cabe recurso!
 
A repartição dos limites globais não poderá exceder os seguintes percentuais na esfera federal:
2,5% para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas da União (alternativa “A”).
_ 6% para o Judiciário (alternativa “D”)
_ 40,9% para o Executivo, destacando-se 3% para as despesas do DF e ex-territórios (alternativas “B” e “E”, sendo que o examinador descontou os 3% na alternativa "E", o que já deixou a questão estranha).
_ 0,6% para o Ministério Público da União (alternativa “C”).
 
O MPF é um ramo do MPU. Se o MPF pudesse utilizar 0,6% da RCL, não sobraria nada para os demais ramos do MPU.
Gabarito da Banca: Letra A
Resposta: Letras A e C incorretas, portanto deveria ser anulada.
 
10- Em relação às atribuições e funcionamento dos órgãos central e setoriais do Sistema de Planejamento e Orçamento Federal, é correto afirmar:
a) o órgão central do sistema, nesta condição, subordina os setoriais dos demais Poderes em razão da necessidade de coordenação definida pela Constituição Federal.
b) os órgãos setoriais e específicos estão sujeitos à orientação normativa do órgão central do sistema sem prejuízo da subordinação ao órgão a qual pertencem.
c) os órgãos integrantes da Presidência da República, em razão da sua importância estratégica, possuem cada um o seu próprio órgão setorial.
d) os órgãos setoriais são as unidades de planejamento, orçamento e finanças dos Ministérios, da Advocacia Geral da União, da Vice-Presidência e da Casa Civil da Presidência da República.
e) os órgãos integrantes do Sistema de Planejamento têm competência exclusiva para realizar a avaliação dos planos e programas no âmbito da Administração Pública Federal.
 
Questão baseada na Lei 10.180/2001.
 
a) Errada. Sem prejuízo das competências constitucionais e legais de outros Poderes, as unidades responsáveis pelos seus orçamentos ficam sujeitas à orientação normativa do órgão central do Sistema (art. 5º).
 
b) Correta. Os órgãos setoriais e específicos ficam sujeitos à orientação normativa e à supervisão técnica do órgão central do Sistema, sem prejuízo da subordinação ao órgão em cuja estrutura administrativa estiverem integrados (art. 4º, § 3º).
 
c) Errada. Pelo contrário. O órgão setorial da Casa Civil da Presidência da República tem como área de atuação todos os órgãos integrantes da Presidência da República, ressalvados outros determinados em legislação específica (art. 4º, § 5º).
 
d) Errada. Os órgãos setoriais são as unidades de planejamento e orçamento dos Ministérios, da Advocacia-Geral da União, da Vice-Presidência e da Casa Civil da Presidência da República (art. 4º, § 1º).
 
e) Errada. Sem prejuízo das competências constitucionais e legais de outros Poderes e órgãos da Administração Pública Federal, os órgãos integrantes do Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal e as unidades responsáveis pelo planejamento e orçamento dos demais Poderes realizarão o acompanhamento e a avaliação dos planos e programas respectivos (art. 6º).
 
Resposta: Letra B
11- Assinale a opção incorreta a respeito da gestão e uso da receita e da realização da despesa orçamentária da União.
a) A reabertura dos créditos especiais abertos no exercício anterior está condicionada à existência de saldos ainda não aplicados e a data de abertura dos mesmos.
b) A descentralização de créditos constitui-se no poder que uma unidade orçamentária ou administrativa dá a outra para utilizar os créditos que estão sob a sua supervisão.
c) O pré-empenho, embora provoque o bloqueio do crédito orçamentário, não tem os mesmos efeitos jurídicos do empenho da despesa.
d) Os limites para a movimentação e empenho dos créditos consignados no orçamento do Poder Executivo são definidos no Decreto de Programação
e) O Empenho na modalidade global destina-se à realização de despesa cujo montante é previamente conhecido e o pagamento é realizado de uma só vez.
 
Questão que mistura diversos tópicos da matéria.
 
a) Correta. A reabertura dos créditos especiais abertos no exercício anterior está condicionada à existência de saldos ainda não aplicados, ou seja, se os créditos forem integralmente utilizados não há como serem reabertos; bem como à data de abertura dos mesmos, a qual deve ter ocorrido nos últimos quatro meses do exercício.
 
b) Correta. A descentralização de créditos constitui-se no poder que uma unidade orçamentária ou administrativa dá a outra para utilizar os créditos que estão sob a sua supervisão. Na descentralização, as dotações serão empregadas obrigatória e integralmente na consecução do objetivo previsto pelo programa de trabalho pertinente, respeitadas fielmente a classificação funcional e a estrutura programática. Portanto, a única diferença é que a execução da despesa orçamentária será realizada por outro órgão ou entidade.
 
c) Correta. O pré-empenho é apenas uma reserva de dotação orçamentária. Já o empenho importa deduzir seu valor de dotação adequada à despesa a realizar, por força do compromisso assumido.
 
d) Correta. Os limites para a movimentação e empenho dos créditos consignados no orçamento do Poder Executivo são definidos no Decreto de Programação
Financeira, mais conhecido como “Decreto de Contingenciamento”.

 
e) É a incorreta. O Empenho na modalidade ordinária destina-se à realização de despesa cujo montante é previamente conhecido e o pagamento é realizado de uma só vez. O empenho global destina-se a despesas contratuais e outras sujeitas a parcelamento.
 
Resposta: Letra E
12- Assinale a opção que indica uma finalidade que não pertence ao Sistema de Planejamento e Orçamento Federal.
a) Gerenciar o processo de planejamento e orçamento federal.
b) Formular planos nacionais, setoriais e regionais de desenvolvimento econômico e social.
c) Formular o planejamento estratégico nacional.
d) Supervisionar a execução, pelos demais entes da federação, de planos nacionais em que a participação desses entes seja determinada por lei.
e) Promover a articulação com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, visando a compatibilização de normas e tarefas afins aos diversos Sistemas.
 
O Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal tem por finalidade (art. 2º da Lei 10.180/2001):
I - formular o planejamento estratégico nacional (alternativa “C”);
II - formular planos nacionais, setoriais e regionais de desenvolvimento econômico e social (alternativa “B”);
III - formular o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais;
IV - gerenciar o processo de planejamento e orçamento federal (alternativa “A”);
V - promover a articulação com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, visando a compatibilização de normas e tarefas afins aos diversos Sistemas, nos planos federal, estadual, distrital e municipal (alternativa “E”).
 
Logo, não há a finalidade de supervisionar a execução, pelos demais entes da federação, de planos nacionais em que a participação desses entes seja determinada por lei.
Resposta: Letra D
 
 
13- Sobre a gestão das disponibilidades de caixa do Tesouro Nacional, de que trata o art. 164, § 3º da Constituição Federal (Conta Única), é correto afirmar, exceto:
a) a movimentação de recursos da Conta Única é efetuada mediante documentos, tais como Ordem Bancária  OB, Guia de Recolhimento da União  GRU, GPS – Eletrônica, Nota de Sistema  NS ou Nota de Lançamento  NL, de acordo com as respectivas finalidades.
b) a Conta Única do Tesouro tem por finalidade acolher as disponibilidades financeiras da União a serem movimentadas pelas Unidades Gestoras da
Administração Federal.

c) as Unidades Gestoras da Administração Direta e Indireta estão autorizadas a fazer aplicações financeiras via a Conta Única desde que as receitas obtidas sejam utilizadas na execução das políticas públicas a seu cargo.
d) as Ordens Bancárias para movimentação da Conta Única não necessitam ser impressas, exceção feita às modalidades Ordem Bancária de Pagamento – OBP, Ordem Bancária de Câmbio - OBK, Ordem Bancária Judicial – OBJ e Ordem Bancária para pagamentos da STN – OBSTN.
e) a operacionalização da Conta Única do Tesouro Nacional será efetuada por intermédio do Banco do Brasil, ou, excepcionalmente, por outros agentes financeiros autorizados pelo Ministério da Fazenda.
 
Na alternativa “C”, somente poderão efetuar aplicações financeiras na Conta Única do Tesouro Nacional as entidades que contarem com autorização específica em leinão se admitindo aplicações de entidades não integrantes do orçamento fiscal e da seguridade social.
As demais alternativas estão corretas.
Resposta: Letra C
14- A respeito da integração entre a origem e a destinação dos recursos arrecadados pelo Estado no processo orçamentário federal, é correto afirmar:
a) a natureza de receita orçamentária busca identificar a origem do recurso segundo seu fato gerador enquanto a fonte/destinação de recursos possui a finalidade de identificar o destino da sua aplicação.
b) a fonte/destinação indica a origem dos recursos segundo seu agente financiador enquanto a natureza da despesa orçamentária possui finalidade precípua de indicar a classificação econômica do gasto.
c) a natureza da receita orçamentária busca identificar a origem dos recursos segundo o fato de natureza tributária enquanto a fonte/destinação indica a instituição responsável pela aplicação.
d) a natureza de receita orçamentária vincula os recursos ao fato gerador enquanto a função, o programa de governo e a fonte/destinação indicam as áreas em que devem ser aplicados.
e) a fonte/destinação vincula os recursos às áreas de atuação do Estado enquanto a natureza da receita orçamentária vincula os fatos geradores ao setor produtivo do qual provêm os recursos.
 
As naturezas de receitas orçamentárias procuram refletir o fato gerador que ocasionou o ingresso dos recursos aos cofres públicos. Já a classificação por fontes evidencia sua aplicação segundo a determinação legal, sendo, ao mesmo tempo, uma classificação da receita e da despesa.
Como mecanismo integrador entre a receita e a despesa, o código de destinação/fonte de recursos exerce um duplo papel na execução orçamentária. Para a receita orçamentária, esse código tem a finalidade de indicar a destinação de recursos para a realização de determinadas despesas orçamentárias. Para a despesa orçamentária, identifica a origem dos recursos que estão sendo utilizados.
Resposta: Letra A
15- A realização de despesa por intermédio de Suprimento de Fundos de que trata o art. 68 da Lei n. 4.320/64 tem as seguintes características, exceto:
a) os recursos devem ser movimentados por meio do Cartão de Pagamento do Governo Federal e excepcionalmente por meio de conta bancária.
b) quando a aplicação do suprimento de fundos se der por meio do Cartão de Pagamento do Governo Federal, é expressamente proibida a realização de saques em espécie.
c) a omissão da prestação de contas pelo agente suprido, após decorrido o prazo estabelecido em notificação, poderá ensejar o desconto da importância devida em folha de pagamento.
d) mesmo sendo de pequeno vulto, as compras que apresentam caráter repetitivo realizadas mediante suprimento de fundos caracterizam-se como fracionamento de despesa.
e) despesas de caráter sigiloso podem ser realizadas mediante suprimento de fundos, desde que haja regramento para esse fim.
 
Na alternativa “B”, é vedada a utilização do CPGF na modalidade de saque, exceto no tocante às despesas:
_ De que trata o art. 47, ou seja, decorrente de Regime Especial de Execução estabelecido em instruções aprovadas pelos respectivos Ministros de Estado, vedada a delegação de competência.
_ Decorrentes de situações específicas do órgão ou entidade, nos termos do autorizado em portaria pelo Ministro de Estado competente e nunca superior a 30% do total da despesa anual do órgão ou entidade efetuada com suprimento de fundos.
_ Decorrentes de situações específicas da agência reguladora, nos termos do autorizado em portaria pelo seu dirigente máximo e nunca superior a 30% do total da despesa anual da agência efetuada com suprimento de fundos.
 
Logo, não é expressamente proibido o saque, pois há exceções.
As demais alternativas estão corretas.
Resposta: Letra B
 
Forte abraço!
Sérgio Mendes
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